Mas se você não fizer nada,
não existirão resultados.
...Portanto, carregue com você o seguinte dilema..." O ontem é passado, o futuro ainda virá e o presente é agora, faça a diferença hoje, por isso se chama presente..."
"Este Blog estimula os valores estéticos, políticos e éticos...servindo como mediador, para aprender a conhecer, tendo como base que qualifica o fazer, o conviver e o ser, numa educação que prepara o indivíduo para os desafios futuros, de forma crítica, consciente e racional, em um mundo em constante e acelerada transformação."
"Consulte não a seus medos mas a suas esperanças e sonhos. Pense não sobre suas frustrações, mas sobre seu potencial não usado. Preocupe-se não com o que você tentou e falhou, mas com aquilo que ainda é possível a você fazer." ( Papa João XXIII ) "Nada no universo é insignificante." ( Friedrich Schiller ) "Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente." ( Albert Einstein ) |
O Telescópio Espacial Hubble fez história mais uma vez. Na segunda-feira, 4 de julho, aquele que é o instrumento científico mais popular da história, registrou a sua observação científica número 1.000.000. E a milionésima observação do Hubble foi feita em busca de água na atmosfera de um exoplaneta a 1.000 anos-luz de distância. Infelizmente, embora o Hubble seja bem conhecido por suas imagens deslumbrantes, a milionésima observação é uma medição espectroscópica, onde a luz é dividida em suas cores componentes. Estes padrões de cores podem revelar a composição química de fontes cósmicas e corpos celestes. Assim, o milionésimo "Uau!" terá que se contentar com a ilustração artística mostrada acima. Observação número 1.000.000 A observação número 1.000.000 do Hubble é do planeta HAT-P-7b, um planeta gigante gasoso, maior do que Júpiter, orbitando uma estrela mais quente do que o nosso Sol. O HAT-P-7b, também conhecido como Kepler 2b, tem sido estudado pelo Telescópio Kepler, depois que ele foi descoberto por telescópios terrestres. A principal missão do Kepler é encontrar exoplanetas semelhantes à Terra. O Hubble agora está sendo usado para analisar a composição química da atmosfera do planeta. Novo mundo Nesta observação histórica, o Hubble foi usado para procurar por vapor de água e estudar a estrutura atmosférica do planeta através de espectroscopia. "Nós estamos procurando a assinatura espectral do vapor de água. Esta é uma observação extremamente precisa, e serão necessários meses de análise antes de termos uma resposta," disse Drake Deming, da Universidade de Maryland. "O Hubble demonstrou que é ideal para caracterizar as atmosferas de exoplanetas, e estamos animados para descobrir o que este mundo irá revelar." Resumo da História do Revolucionário O Telescópio Espacial Hubble é um satélite astronômico artificial não tripulado que transporta um grande telescópio para a luz visível e infravermelha. Foi lançado pela agência espacial estadunidense - NASA - em 24 de abril de 1990, a bordo doVaivém Espacial (No Brasil: Ônibus espacial) Discovery (missão STS-31). Este telescópio já recebeu várias visitas espaciais da NASA para a manutenção e para a substituição de equipamentos obsoletos ou inoperantes. O Telescópio Espacial Hubble é a primeira missão da NASA pertencente aosGrandes Observatórios Espaciais - (Great Observatories Program), consistindo numa família de quarto observatórios orbitais, cada um observando o Universo em um comprimento diferente de onda, como a luz visível, raios gama, raios-X e oinfravermelho. Pela primeira vez se tornou possível ver mais longe do que as estrelasda nossa própria galáxia e estudar estruturas do Universo até então desconhecidas ou pouco observadas. O Hubble, de uma forma geral, deu à civilização humana uma nova visão do universo e proporcionou um salto equivalente ao dado pela luneta deGalileu Galilei no século XVII. Desde a concepção original, em 1946, a iniciativa de construir um telescópio espacial sofreu inúmeros atrasos e problemas orçamentais. Logo após o lançamento para o espaço, o Hubble apresentou uma aberração esférica no espelho principal que parecia comprometer todas as potencialidades do telescópio. Porém, a situação foi corrigida numa missão especialmente concebida para a reparação do equipamento, em 1993, voltando o telescópio à operacionalidade, tornando-se numa ferramenta vital para a astronomia. Imaginado nos anos 40, projetado e construído nos anos 70 e 80 e em funcionamento desde 1990, o Telescópio Espacial Hubble foi batizado em homenagem a Edwin Powell Hubble, que revolucionou a Astronomia ao constatar que o Universo estava se expandindo. |
| BOA PROVA.........!!!!!!!! |
Geóide
A Agência Espacial Europeia divulgou hoje os primeiros resultados consolidados da sonda espacial GOCE (Gravity field and steady-state Ocean Circulation Explorer).
O mapa é o que os cientistas chamam de geóide, o formato de um oceano global imaginário ditado somente pela gravidade, na ausência de marés, correntes e quaisquer outras variações.
O formato de batata do geóide resulta da equalização da superfície do planeta para que todos os pontos tenham exatamente a mesma gravidade.
A gravidade é mais forte nas áreas que aparecem pintadas de amarelo no globo, e diminui até chegar às áreas azuis, onde a gravidade é mais fraca.
Circulação oceânica
Seria muito difícil minimizar os impactos das descobertas que advirão do estudo deste mapa gravitacional da Terra.
A área que talvez sofra o impacto mais imediato será aquela que estuda a circulação oceânica, que agora terá que levar em conta diferenças na gravidade - a água está sujeita a variações na gravidade que a retém na superfície de acordo com sua posição no globo.
Há que se considerar que, para que fosse possível uma visualização das variações na gravidade nas dimensões de um globo tão reduzido, os resultados reais obtidos pela GOCE foram amplificados em 10.000 vezes.
Por que a gravidade varia?
A explicação mais aceita atualmente para as variações da gravidade está na variação das camadas internas da Terra, desde o solo onde pisamos até o seu núcleo.
Há grandes diferenças de consistência e densidade entre os tipos de rochas, além da presença de depósitos minerais e águas subterrâneas. Contudo, essas explicações referem-se a uma porção muito pequena, estritamente superficial, da Terra.
Isso abre caminho para novos entendimentos da dinâmica e da composição das camadas internas da Terra ou, eventualmente, até mesmo para uma reinterpretação da força da gravidade.
Mais por vir
A sonda GOCE ainda não esgotou seu combustível, o que fez a ESA estender a fase científica da missão.
Isso significa que novos dados continuarão sendo coletados até 2012.
Mas apenas os dados já disponíveis levarão anos para serem inteiramente processados - alguns cálculos envolvem a solução de equações com até 100 variáveis.
Ou seja, o geóide agora apresentado continuará a ser refinado por anos, sendo seguidamente redesenhado com uma resolução cada vez maior.